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9,7 milhões deixam de fazer distanciamento social


02/12/2020

Mesmo com o coronavírus causando ainda cerca de 300 mortes diárias e com casos em ascensão em oito estados, em outubro, a flexibilização das pessoas quanto ao distanciamento social continuou crescendo, conforme apontou a PNAD COVID19, divulgada hoje (1º) pelo IBGE.

 

O número de pessoas que não tomou nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus aumentou 3,3 milhões em um mês, chegando a 9,7 milhões de pessoas, o que equivale a 4,6% dos 211,5 milhões de residentes no país.

 

Do mesmo modo, o grupo de pessoas que ficou rigorosamente isolado reduziu para 26,3 milhões, menos 8,2 milhões na comparação com setembro.

 

A maior parte da população (93,8 milhões) afirmou ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas, 9,7 milhões a mais na comparação com setembro. Já quem ficou em casa e só saiu em caso de necessidade somou 80,7 milhões. Esse número reduziu em 4,6 milhões de um mês para o outro.

 

Em cerca de 29 milhões de domicílios, algum morador recebeu auxílio emergencial

 

A PNAD COVID19 informou, também, que o percentual de domicílios onde ao menos um morador recebeu algum auxílio para enfrentar a pandemia foi de 42,2%. Em setembro era de 43,6%. Foram atendidos cerca de 29 milhões de domicílios em outubro frente aos 29,9 milhões de setembro. O valor médio do benefício recebido pela população foi de R$ 688 por domicílio.

 

“O percentual de domicílios onde algum morador recebia auxílio emergencial vem reduzindo há três meses. As regiões que têm mais domicílios com pessoas recebendo auxílio continuaram sendo Norte (58,4%) e Nordeste (56,9%). Esse percentual ficou estável em todas as grandes regiões. Entre os estados, o Amapá (68,6%) foi estado com maior proporção, seguido de Maranhão (61,4%) e Pará (62,2%)”, diz a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

 

Entre os tipos de auxílio abordados pela pesquisa, estão o emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e a complementação do Governo Federal pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

 

IBGE

 




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