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Guardas municipais de Curitiba paralisam atividades


19/03/2014

Os guardas municipais de Curitiba fazem um dia de paralisação nessa quinta-feira (20/03). O movimento é liderado pelo SIGMUC - Sindicato da Guarda Municipal de Curitiba (filiado à UGT  União Geral dos Trabalhadores). “Essa paralisação é um alerta à administração municipal pelo não cumprimento do envio do nosso PCCV (Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos) à Câmara Municipal para apreciação e votação, além de outras promessas que não foram cumpridas pelo atual prefeito”, diz o presidente do Sigmuc, Luiz Vecchi.

Os guarda municipais reivindicam a criação da Academia da Guarda Municipal (proposta de campanha); a Corregedoria da Guarda; aumento do efetivo policial, que deveria ser de no mínimo o dobro do atual; o Estatuto da Categoria, por entenderem que os guardas municipais são servidores diferenciados, inclusive com o porte de arma, uso de colete à prova de balas e o confronto constante com  marginais e criminosos; a gratuidade no transporte público, sem uso do uniforme;  além do fornecimento de infra estrutura adequada nos módulos de policiamento, pois há relatos por parte da guarda da falta de gás de cozinha para as refeições, falta de água potável e até mesmo de papel  higiênico.
 
O presidente do sindicato destaca que as negociações com a prefeitura de Curitiba vêm se estendendo desde o ano passado sem nenhum resultado. “Participamos de diversas reuniões com a secretaria de Recursos Humanos, muitas promessas foram feitas e nada de concreto foi realizado. A guarda municipal não pode mais viver nesse mundo de fantasias da gestão pública”, desabafa  o dirigente sindical. Vecchi chama a atenção de que a aprovação do PCCV da guarda municipal na Câmara Municipal tem de acontecer antes dos jogos da Copa. “ Sabemos que no período dos jogos da Copa do Mundo pouco vai ser feito, e pior: depois da Copa o que vai sobrar aos curitibanos e ao município é uma grande dívida financeira e social”.
 
O dirigente lembra ainda que mesmo após 15 meses  da nova administração na prefeitura, ainda não houve a nomeação do secretário da Secretaria Municipal de Defesa Civil. “ A segurança pública em Curitiba vive dias de improviso, com algumas indicações de cunho político e que desconhecem os problemas da guarda municipal, e isso é inadmissível para uma cidade que se projeta como sendo de primeiro mundo”,  desabafa Vecchi.

 

Fonte: UGT Paraná


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