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Golpe militar no Brasil nunca mais. UGT-PR faz ato para lembrar das atrocidades


21/03/2014

Um Ato Unitário Sindical promovido pela União Geral dos Trabalhadores e outras centrais sindicais, relembrou as atrocidades cometidas pelo regime militar no Brasil, com o golpe de 1964. O evento aconteceu no auditório da OAB/PR, em Curitiba (PR), na quinta-feira (20/3), e reuniu mais de 200 dirigentes sindicais e lideranças comunitárias.
 
A unidade sindical desse encontro foi ressaltada pelo vice-presidente da Comissão da Verdade da Ordem dos Advogados, Seção Paraná, Daniel Godoy. “A união de todas essas centrais e a presença dos trabalhadores neste ato mostram o quanto ainda é viva a história brasileira. E o quanto estamos preparados para garantir a integridade constitucional do País”, disse Godoy.
 
As centrais sindicais, em apoio às Comissões Nacional e Estaduais da Verdade, realizam atos unitários em diversas cidades brasileiras. A intenção é promover o relato de personagens vivas desse triste capítulo da história brasileira. Para o encontro em Curitiba, estiveram presentes a advogada trabalhista e ex-dirigente sindical Clair da Flora Martins, o advogado trabalhista e ex-dirigente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Cláudio Ribeiro, o jornalista Milton Ivan Heller e o representante dos trabalhadores na Comissão Nacional da Verdade, Sebastião Neto.
 
Os depoimentos trouxeram à luz para os que não vivenciaram os obscuros anos do golpe militar, as atrocidades cometidas contra os brasileiros nos porões da ditadura. “Não podemos deixar que hoje, passados 50 anos do golpe militar, haja qualquer tipo de comemoração no Congresso Nacional, justamente uma das instituições democráticas que mais sofreram com os desmandos dos golpistas”, disse Sebastião Neto.
 
Ao fazer uso da palavra, o presidente da UGT-PARANÁ, Paulo Rossi, fez uma comparação com o atual momento político no país. “Infelizmente, vivemos num país chamado ‘Fifa’. A presidenta Dilma que foi perseguida e torturada durante a ditadura militar, agora quer aprovar uma Lei que trata como bandidos os manifestantes, que querem transparência nos gastos públicos e o fim da corrupção no serviço público. O Brasil ainda vai demorar para se tornar um Estado Democrático de Direito. Além disso, em pleno século 21, o movimento sindical ainda sofre com as agruras do Ministério Público do Trabalho, interferindo muitas vezes de forma inequívoca e prejudicando aos próprios trabalhadores”, disparou Rossi, que fez questão de lembrar o histórico de lutas do saudoso companheiro José Ibrahim, dirigente da UGT e falecido em 2013.

 

Fonte: UGT Paraná


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