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UGT e Força Sindical juntas em defesa de 2,5 milhões de trabalhadores


25/08/2010



25/08/2010

Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da União Geral dos Trabalhadores - UGT e Miguel Torres, presidente da Força Sindical ao lado de Luiz Carlos Motta, além de dirigentes sindicais de 65 sindicatos dos comerciários do interior, estiveram nessa quarta-feira, 25, num ato em frente a Federação do Comércio de São Paulo que marcou a entrega da pauta de reivindicação e inicio da campanha salarial, dos sindicatos dos Comerciários representados pela Fecomerciários.

O comércio vem tendo altos lucros e nós temos de pegar esse dinheiro para o bolso do trabalhador," destacou Ricardo Patah, presidente do sindicato paulistano. A Campanha Salarial dos comerciários da capital está em andamento há dois meses e ainda não há um acordo fechado com as empresas. Agora, Patah, que preside a maior entidade da categoria com 450 mil trabalhadores, quer fazer a campanha unificada com todos os

trabalhadores do comercio do Estado, que reúne 2,5 milhões de trabalhadores.

A UGT e a Força Sindical decidiram fazer a campanha unificada para mostra a força e a solidariedade das entidades sindicais em defesa dos interesses e das ansiedades dos trabalhadores. Ricardo Patah lembra que essa não é a primeira vez que as centrais sindicais estão juntas em defesa de uma única causa, porém essa é a primeira vez que a UGT e a Força Sindical se uniram para elaborar uma pauta de reivindicação para 1,5 milhões de trabalhadores no Estado de São Paulo.

Já Miguel Torres, presidente da Força Sindical apontou que a união das duas centrais não se resume apenas ao ato e as reivindicações feitas em conjunto, mas aos interesses dos trabalhadores como um todo. O presidente da Força Sindical garantiu que a partir de agora os trabalhadores das áreas de comércio, serviço e indústria e os demais segmentos representados pela Força, terão uma só voz. "A partir de agora se os comerciários precisarem de apoio a greve podem contar com o apoio e a presença dos trabalhadores representados pela Força", assegurou.

Entre as bandeiras defendidas pelos trabalhadores no comércio, indústria e serviços, além de alimentação, têxteis , laticínios, metalúrgicos, químicos e gráficos estão: reposição salarial acima da inflação, fim do banco de horas, fim da discriminação racial e adoção da PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) e licença maternidade de 180 dias.

"O comerciário tem de trabalhar motivado para atender os brasileiros. Os patrões têm muito a nos dar este ano" afirmou Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários. Antes de ir à Fecomércio, os trabalhadores se concentraram em frente à Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo), para entregar a pauta conjunta de reivindicação dos trabalhadores das indústrias ligados à UGT e a Força Sindical. Juntos, os trabalhadores terão mais força para pressionar os empresários a favor das bandeiras dos empregados desse setor."


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