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Avanço do varejo impulsiona seguros para compras a prazo


17/05/2018

A expansão no varejo, especialmente de vendas a prazo, impulsionou o crescimento dos seguros no primeiro trimestre. O ramo de prestamista, o terceiro maior em valor, teve alta de 21% no período, na comparação com 2017.

 

Os dados são da Susep (superintendência de seguros). O total de prêmios emitidos teve alta de 5%. 

 

A apólice é contratada para evitar risco de inadimplência no financiamento por morte, invalidez e desemprego de tomadores de empréstimos em compras a prestações.

 

“A expansão acontece pela alta de crédito para compras diversas, como carro, televisão, geladeira”, diz Marcio Coriolano, presidente da CNSeg (Confederação das Seguradoras).

 

O ramo já teve desempenho positivo em 2017 na mesma dimensão, afirma.

 

Vendas do seguro são tradicionalmente atreladas ao mercado imobiliário, mas, nos últimos anos, é um conjunto amplo de bens que puxam a alta, diz Bruno Kelly, da Escola Nacional de Seguros.

 

“Todas as grandes redes de linha branca e móveis colocam uma apólice como contrapartida em suas vendas a prazo. Com a queda das taxas básicas de juros, houve um incentivo ao parcelamento.”

 

Outros ramos com altas foram os de residências (cerca de 10%) e empresarial (5,2%).

 

Isso se deve à divulgação e melhora da economia, diz Patricia Siequeroli, superintendente de massificados do BB Mapre. “O empresarial é voltado a negócios de pequeno porte, e uma retomada do consumo influencia o desempenho.”

 

Em recuperação, antiga Manguinhos quer aporte para manter operação

 

Em recuperação judicial, com dívidas tributárias e envolvida em processos, a Refinaria de Manguinhos, hoje chamada Refit, planeja investir R$ 300 milhões para viabilizar a continuidade de seu negócio.

 

O aporte será feito para diversificar a produção em sua planta no Rio, diz o presidente do grupo, Cristiano Moreira, que está em Houston, nos Estados Unidos, para conversar com possíveis investidores.

 

“Trocaremos o montante por um contrato de fornecimento de matéria-prima”, diz ele.

 

“Não conseguiríamos financiamento no mercado financeiro devido à recuperação judicial e às questões tributárias.”

 

As conversas estão em estágio inicial, mas a companhia considera a modernização da planta crucial para mantê-la em funcionamento.

 

Com um patrimônio líquido negativo em torno de R$ 2,3 bilhões e quase R$ 2,8 bilhões de dívida segundo os dados mais recentes, que vão até o terceiro trimestre de 2017, a refinaria busca entrar em segmentos como o de diesel e naftas.

 

“A partir daí, mudaremos nossa produção, hoje focada em gasolina, muito sensível a preço e voltada para um mercado dominado pela Petrobras”, diz Moreira.

 

“Não enxergo hoje a possibilidade de não executarmos [o plano de investimento]. Mais cedo ou mais tarde terá que acontecer. O modelo de negócio para o futuro é esse.”

 

Refit - Refinaria de Petróleo

R$ 1,7 bilhão

foi o faturamento em 2017, segundo a companhia

 

400

são os funcionários

 

R$ 2,3 bilhões

era o patrimônio líquido negativo no 3º tri.17

 

Fonte: Folha de SP


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