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Em 2015, 2,6 milhões de pessoas entraram na fila do desemprego


15/03/2016

A população desocupada no Brasil somava 9,1 milhões de pessoas no último trimestre de 2015, um aumentou 40,8% (ou mais 2,6 milhões) em relação ao mesmo período do ano anterior. É o maior crescimento já registrado na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.

 

Com isso, a taxa de desocupação no País avançou de 6,5%, no quarto trimestre de 2014, para 9% no mesmo período do ano passado - também o maior patamar desde 2012. Em 2015, a taxa de desemprego média foi de 8,5%, ante um resultado de 6,8% registrado em 2014. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Já a renda média real do trabalhador foi de R$ 1.913 no quarto trimestre de 2015, um recuo de 1,1% ante o terceiro trimestre do ano passado. O resultado representa ainda queda de 2,0% em relação ao mesmo período de 2014.

 

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 171,5 bilhões no quarto trimestre de 2015, queda de 0,6% ante o terceiro trimestre e recuo de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A nova pesquisa tem por objetivo substituir a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange apenas seis regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produz informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano. 

 

Fonte: Estadão


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